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Transmissor de Nível

A instrumentação industrial oferece uma gama de dispositivos para controle da produção e de sua qualidade que são de suma importância. Na produção de etanol, além da importância de controle da produção, são importantes para a segurança do processo e das pessoas que conduzem o processo de fabricação, pois através da automação industrial, é possível controlar substâncias inflamáveis, equipamentos e setores inteiros de produção. Além da importância, o setor sucroalcooleiro é o que demanda maior variedade de instrumentos para controle.
Esta variedade se dá pela forma da matéria prima, características físicas e químicas dos produtos parciais, e a das características físicas e químicas do produto final. Por isso, medidor de vazão, medidor e transmissor de nível, sensor de pressão e temperatura vão sofrendo variações ao longo da linha de produção de etanol. O transmissor de nível do começo da linha, na extração do caldo de cana, não requer complexidade estrutural para efetuar a medição, chaves de nível com vários pontos de controle de nível bastam para controlar o volume nos extratores de caldo, evitando o transbordo do liquido. Estes propiciam condições para os responsáveis pelo controle das variáveis de processo aumentarem ou diminuírem o volume de moagem, juntamente com outros tipos de instrumentos de controle de processo.
Temperatura, pressão e viscosidade influenciam na capacidade de medição do transmissor de nível, sensor de pressão e medidor de vazão e, por isso, os instrumentos que controlam as variáveis da fermentação, por questões econômicas podem ser diferentes dos instrumentos da extração e da destilaria, visto que o fermento possui elevada viscosidade e, por isso, pode aderir na haste do transmissor de nível, por exemplo, e causar alteração na coleta de dados.
Na destilaria, o fator segurança é muito importante, pois no setor há o acumulo de vapores inflamáveis que podem causar incêndio na presença de qualquer faísca ou outra fonte de ignição. Por isso o transmissor de nível, de pressão, temperatura e quaisquer outros instrumentos, devem ser configurados com invólucro à prova de explosão. Ou ainda, para instrumentos que operam em contato direto com o etanol, além do invólucro que envolve os dispositivos eletroeletrônicos, a parte do instrumento que entra em contato com o material inflamável deve ser à prova de explosão, garantindo que durante a operação este não irá causar a ignição do combustível.