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Sistema para Caixa d’agua Pluvial – DIY

A água da chuva vem ganhando a atenção dos setores industriais e residencial, diante dos problemas de abastecimento e enchentes devido à impermeabilização do solo (causado pela urbanização). Assim, indústrias, instituições de ensino, estádios, estabelecimentos comerciais (como empresas de lavagem de carros, empresas de ônibus, entre outras) buscam na água da chuva soluções econômicas, ambientais e de marketing. Isto é engenharia verde, a construção de sistemas e boas práticas de preservação de recursos ambientais.

Dentre estes sistemas estão os sistemas de capitação de águas pluviais. Estes sistemas consistem na instalação de equipamentos que recolham as águas das chuvas, podendo ser feitos através de calhas nos telhados, canalizando esta água para uma cisterna ou construindo-se uma área própria para a captação. Estes sistemas requerem um controle apurado, visto que, para captar esta água há algumas precauções que devem ser tomadas. Como esta água vem pelo ambiente, ela pode conter folhas, poeiras ou fezes de animais (pássaros), que podem causar danos para o sistema.

É aí que entra os sistemas de automação. Estes sistemas fazem uso de sensor de nível, sensor de vazão e sensor de chuva para viabilizar estes sistemas pluviais. As primeiras gotas de chuva ao entrar em contato com a área de captação (telhado, por exemplo) adquire contaminantes, desta forma um sensor de chuva juntamente com um sensor de vazão, calcula o volume de água necessário para lavar a superfície de captação, descarta esse volume através de válvulas solenoides e sistema de controle, para então iniciar a capitação da água para os reservatórios de distribuição.

Previamente é realizado um estudo sobre o regime de chuvas e o volume da região onde o sistema pluvial será instalado e, também, se analisa a demanda que essa água suprirá, para dimensionar o tamanho dos reservatórios, de forma que o volume capitado consiga suprir esta demanda. Estes reservatórios são dotados de sensores de nível, conectados ao sistema de controle, exibindo em uma tela o volume dos reservatórios. Desta forma, a lavagem do sistema (descarte da água impropria para armazenamento) e direcionamento da água da cisterna para os reservatórios de abastecimento, são feitos de forma autônoma, com baixa interferência humana, sempre voltado para que não haja o desperdício ou inviabilizando os custos de instalação.